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Luciana


Mãos pequenas e um grande coração.

Ao telefone e no Messenger, usa apenas monossí­labos. É exí­mia contadora de histórias. Boa em (quase) todos os esportes. Gosta de filmes, exceto os de terror. Sonha em ir para a Inglaterra. Estuda japonês. Ama mangás e animês e é viciada em 7 Belo.

A mais responsável das LIRAS.

Frase: Cara, eu sou um gênio! / Que roubo!

Cor: Azul

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Ingrid


Cabelos longos e fortes expressões.

Questionadora incorrigível, é aspirante a desenhista (gosta de desenhar borboletas). Pessoa muito racional e determinada. É um enigma. Tem raros picos de alegria e raiva. Risos fáceis de serem tirados de seus lábios. Gosta de bandas de Rock, principalmente internacionais. É intolerante com idiotices.

A mais calada das LIRAS.

Frase: Fala sério! / Pode crer.

Cor: Laranja

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Rafaele


Pérolas nas orelhas e esperança nas palavras.

Sempre vê o lado bom das coisas. Não gosta de nenhum tipo de esporte. Não sabe a hora certa de parar nas suas brincadeiras. Gosta de analisar o psicológico dos outros. Fala bem em público e é uma ótima atriz. Tem muita fé em Deus, mas garante que não é religiosa.

A mais politicamente correta das LIRAS.

Frase: Isso é um absurdo! / Ei, pessoal... / Valeu, valeu, valeu.

Cor: Amarelo

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Alane


Um belo sorriso e braços abertos.

Maníaca por filmes e Harry Potter (Pintou os cabelos para se parecer com Hermione). Possui um ego inflado e uma grande vaidade. Suas opiniões são firmes. Costuma ser revoltada. Paga um boi para não entrar numa briga e uma boiada inteira para não sair dela. É sempre do contra. Tem uma fome sem fim que é compensada por um metabolismo acelerado.

A mais engraçada das LIRAS.

Frase: Eu discordo! / Meu cabelo não é loiro, é mel.

Cor: Vermelho

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Sacha


Cor dos olhos indefinida, mas sempre focados num objetivo.

Normalmente faz tempestade em copo d'água. Possui um egocentrismo em grau um tanto quanto elevado. Viciada em novelas (até as antigas). É a criadora do idioma orkês e uma desenhista profissional. Muito sensível, gosta de números. Está sempre disposta a ajudar e é extremamente nacionalista.

A mais estranha das LIRAS.

Frase: Humréu! (Em orkês) / Blá.

Cor: Verde

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Contador

[terça-feira, junho 09, 2009]

Relembrando

Estava só dando uma olhada no blog, lendo os perfis e posts, e relembrando.
Ah, Cefet... bons tempos, bons tempos. =]

Amo vocês, Liras.
De coração.

(Será que alguém verá esse post?) o.o


Postado por Lua às 21:13

[terça-feira, setembro 30, 2008]

Será?






Espetáculo do Fuerza Bruta.


Postado por Ingrid às 07:38

[sexta-feira, setembro 21, 2007]

Jornal...

Estava fuçando um CD's antigos aqui e eis que acho essa apresentação do trabalho de geografia - 2º ano. Não é por nada, essa apresentação pode ter sido muito tosca, mas com certeza foi a mais engraçada e divertida que a gente fez.

Alane e eu como apresentadoras, entrando com aquela música super fresca.
Rafaele como como nossa correspondente na pele de Betty, a Feia.
Juliana como repórter [profissão difícil, hein?].
Ingrid como sem-terra revoltada.
Luciana, a nossa menina do tempo, que bota o óculos cor-de-rosa para demonstrar quanto sol ia fazer.
Acho que alguns meninos fizeram os figurantes na reportagem, mas não lembro direito quem foi.

O link aqui.
Cliquem em 'Salvar' porque a opção 'Abrir' tá dando uma coisa estranha que eu não sei ajeitar. Blá.

Matem as saudades.
E me refresquem a memória nos comentários, muita coisa eu não lembro.
=*


Postado por Sacha às 21:16

[sexta-feira, agosto 03, 2007]

Um e-mail para Sacha

Sonhei que você tinha morrido.
Digo 'sonhei' porque não considero sonhos tristes como pesadelos. Pesadelos são aqueles que dão medo.
E seu túmulo estava lá no Parque das Dunas, mas não lembro o que estava escrito nele.
E eu e mais algumas pessoas nos aproximávamos, apesar de eu não lembrar quem eram algumas delas.
Elói era o primeiro a se aproximar do túmulo. Ele o cobria de flores, margaridas, como eu reconheci no sonho, e depois beijava a lápide.
Nessa hora, ele desabava, chorando. Ele parecia estar tentando se conter, antes. Eu lembro de também ter começado a chorar nessa hora.
Depois Elói meio que se afastava do túmulo, arrasado, e nessa hora você aparecia para se despedir da gente.
Era engraçado como essa aparição pareceu a coisa mais normal do mundo, como se a gente já esperasse por isso.
E eu lembro de ter sido a primeira a ir te abraçar e você, brincando, dizia:
"Ah, Luciana, eu sei que você me odeia!"
E eu: "Não, eu não te odeio."
"Promete?"
"Prometo."
E depois eu falava sobre como ia sentir sua falta e sobre como o Liras, o grupo, sentiria sua falta, mas no mesmo momento eu me tocava de que não podia existir o Liras sem uma de suas integrantes. Porque o Liras, assim como as letras que compõem o nome, não estaria completo.
E aí Rafinha se aproximava, também querendo se despedir, e eu me afastava indo sentar embaixo de uma árvore próxima. E, alguns momentos depois, estávamos nós três [eu, você e Rafinha], todas sentadas embaixo dessa árvore e Rafinha, com aquele jeito dela, dizia:
"Então, Sacha, conte-nos algo sobre você."
Porque era nossa última chance de saber.
E a gente começava a rir do quão irônica, de certa forma, e estranha essa pergunta era.
Nessa hora, eu acordei.

Por algum motivo, achei importante contar esse sonho pra você.
Tipo, eu sonho praticamente todas as noites [e tardes, se eu estiver dormindo, como foi o caso desse], todo mundo sabe disso.
Mas esse foi um daqueles sonhos com imagem bastante clara, de certa forma, no sentido de poder ver bem as pessoas [as que eu citei, pelo menos]. E eu digo isso porque, na maioria das vezes, meus sonhos são bem escuros, tanto os lugares quanto os rostos das pessoas.
Mas até o próprio cenário era bem claro, apesar de que o dia não estava quente. Era como se fosse de manhãzinha.
E, logicamente, eu não sei interpretar sonhos, então eu não sei o que ele significou. Mas, pela cultura popular, a morte em sonhos significa o crescimento pessoal, o nascimento de uma nova fase da vida. Talvez tenha a ver com você terminar o cefet, ou conseguir essa bolsa.
Bom, não sei.

Anyway,
se cuida. :)


Postado por Lua às 19:27

[quarta-feira, julho 26, 2006]

Template Novo

E, finalmente, o template ficou pronto.
Não está uma Brastemp, mas dá pro gasto.
Melhor que aquela coisa-véi-azul-sebosa.

Então.
Eis as fotos.
Rafaele quase se ajoelhou pedindo para que eu não colocasse fotos toscas, mas não adianta, eu não vou mudar. Gostei assim. Fica todo mundo feio junto. Afinal, nós somos um grupo.

Ééééé.
Meu primeiro trabalho.
Opiniões sobre as folhas, por favor.
Uma pessoa já veio me dizer que está brega. Vamos fazer uma votação.
Se acharem que tá brega mesmo, problema é de vocês, eu não vou mudar.
Hohoho.

Ah, é.
Mudei algumas coisitas no perfil.
Ao invés de 'jargão', coloquei 'frase'. Fica mais apropriado.
Acrescentei três frases também. No de Rafaele, Alane e no meu.

Pronto, galera.
E vamos postar.
Luciana e Alane, principalmente.

Beijos para todas.
Saudades.

Ps.: Eu escrevi 'não vou mudar' duas vezes. [Com essa, três] Só pra ficar bem claro.


Postado por Sacha às 00:57

[domingo, abril 02, 2006]

Saudade















Saudade: palavra que só existe no português. Significa "sentir falta".
Quer definição melhor?



Postado por Lua às 16:48

[sexta-feira, março 31, 2006]

Já posso ver o mar

Hoje, eu fui ao CEFET.

Xerox lotada, auditório em reforma, pessoas sorridentes nas rosquinhas, baralho na antiga xerox, mexicano passando pelo pátio.
Parece que nada mudou.

Nem preciso citar o quanto meu peito ficou comprimido.

Uma vez, Gilvando disse que nós somos como um rio e ele como uma pedra. Os alunos passam, mas o professor continua parado lá. Eu gosto dessa metáfora.


Postado por Sacha às 14:54